Terça-feira, 6 de Dezembro de 2016
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GNC Ginkgo Biloba 60mg (Memoria Saudavel)

100 cápsulas
#194712
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POR: R$139,00 À VISTA

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Detalhes

TÍTULO ORIGINAL: GNC Herbal Plus Standardized Ginkgo Biloba 

  • Pode ajudar no apoio da agudeza mental.
  • Ajuda a apoiar a circulação sanguínea para o cérebro e extremidades.
  • Cada cápsula contém 60mg de folhas do Ginkgo Biloba padronizado para fornecer 24% de Ginkgo Flavonglycosides e 6% terpeno lactonas.
  • Mistura de ervas padronizada para fornecer uniformidade de suplementos. Cada extrato oferece um nível quantificável e mensurável do ingrediente ativo a cada dose. O ingrediente ativo é considerado pela ciência como sendo o ingrediente chave responsável pelos benefícios.

Em caso de dúvidas, entre em contato com nosso canal de tele-atendimento através do 0800 888 1191 (ligação gratuita). Consulte sempre seu médico antes de usar qualquer suplemento nutricional.

Produto passível de tributação por parte da ANVISA caso o comprador não possua receita médica.

 

Como um suplemento dietético, tomar 2 (duas) cápsulas diárias.

Informações Suplementares  
Tamanho da dose: 2 cápsulas
Doses por vasilhame: 100
 
Quantidade por dose VD%
Folha de Ginkgo Biloba (24% Flavonglycosides Ginkgo 
12mg =) (6% terpeno lactonas mg = 3)
60,00mg *
**Valor Diário (VD) não estabelecido  


Outros Ingredientes: 
Celulose, fosfato de cálcio, cápsulas vegetais de celulose.

Sem açúcar, sem corantes artificiais, sem sabores artificiais, sem sódio, sem trigo, sem glúten, sem soja, sem produtos lácteos, sem fermento.

Instruções de Armazenamento:
 Conservar em local seco e fresco.

Atenção: 
Consulte seu médico antes de usar este produto se estiver grávida, amamentando ou tomando medicamentos; caso seja menor de 18 anos de idade, ou tenha algum quadro clínico diagnosticado. Interrompa o uso duas semanas antes de qualquer procedimento cirúrgico. Depois de abrir, manter bem fechado no refrigerador ou outro lugar fresco.

 

Ginkgo biloba

A planta que pode travar os processos de envelhecimento.
A medicina chinesa utiliza o ginkgo biloba desde há milénios para estimular a memória e longevidade do cérebro.
Isso deve-se às propriedades desta planta da qual se conhecem exemplares vivos com cerca de quatro mil anos.
Está cientificamente provado que o extracto de folhas de ginkgo biloba pode travar os processos de envelhecimento das células nervosas e é útil contra a redução do rendimento mental.
Por isso, é recomendável a sua ingestão para cuidar da perda de memória e da falta de concentração, quer seja provocada pelo stress, problemas de saúde, idade, entre outros fatores.
 
Ginkgo biloba tem poder
 
Pesquisas alimentam a esperança de que a planta do Oriente previna (e ataque) tumores no ovário, na mama, no cérebro e no fígado. Com o seu extrato por perto, as células malignas se autodestroem.
A ginkgo biloba foi a primeira planta a brotar após a destruição provocada pela bomba atômica na cidade de Hiroshima, no Japão.
A ginkgo já é famosa por suas façanhas. O extrato obtido de suas folhas comprovadamente reduz as tonturas, refresca a memória, alivia as dores nas pernas e nos braços e acaba com o zumbido no ouvido. Por tudo isso ela arrebanhou uma vasta clientela, composta na maior parte por idosos. Mas suspeita-se que o poder dessa planta de folhas de formato de leque vá além. Estudos realizados em laboratório e com seres humanos sugerem sua capacidade de prevenir e atacar tumores — mais um importante item que se acrescenta ao seu currículo.
 
Uma das pesquisas que obtiveram resultados mais estrondosos foi concluída no final do ano passado. Ao todo, 1388 mulheres foram acompanhadas por seis meses. Todas relataram tomar algum tipo de remédio fitoterápico — equinácea, erva-de-são-joão, ginseng e ginkgo. As que ingeriram esta última diariamente tiveram uma incidência 60% menor de tumores de ovário. Para entender o que estava ocorrendo, os surpresos cientistas levaram a ginkgo para dentro do laboratório. Lá misturaram o extrato da planta a culturas de células de ovário cancerosas. Bastou uma pequena dose para que o crescimento delas fosse reduzido em 80%.
 
ESTUDO PIONEIRO
 
Foi a primeira vez que se vislumbrou uma relação entre a ginkgo e o combate ao câncer de ovário. "Como o nosso estudo é pioneiro, as conclusões precisam ser confirmadas por novos trabalhos", disse Daniel Cramer, diretor de Obstetrícia e Ginecologia Epidemiológica do Brigham and Womens Hospital, ligado à Escola Médica Harvard, nos Estados Unidos. "Até que outras investigações sejam feitas, acredito que mulheres com mais de 50 anos e histórico familiar de câncer de ovário deveriam considerar tomar ginkgo", diz ele.
 
Quando se fala em tumores em geral, o relatório de Cramer não é tão inovador assim. Mais de 50 estudos sobre ginkgo e câncer já foram catalogados. Em 2002 uma pesquisa conduzida pelo grego Vassilios Papadopoulos mostrou em laboratório e em testes clínicos que a ginkgo inibe o crescimento agressivo de tumores de mama. Também existem trabalhos sobre câncer cerebral e de fígado. "Essa já não é uma área de pesquisa em sua infância", diz Nise Yamaguchi, pesquisadora da USP e vice- presidente do Núcleo de Apoio ao Paciente com Câncer, em São Paulo. "Já existem muitos estudos consistentes. E com conclusões parecidas."
 
A maneira como a ginkgo e seus componentes agem em escala celular ainda não foi totalmente decifrada, mas há algumas hipóteses. "Talvez a planta esteja envolvida com a habilidade do organismo de causar apoptose, a morte programada de células defeituosas", diz Cramer. Outras estratégias descritas em diferentes trabalhos são sua habilidade para inibir os vasos que alimentam o câncer e sua capacidade de evitar danos ao DNA. Esses efeitos são obtidos por meio da ação de duas substâncias, os terpenóides e os bioflavonóides. Os primeiros viraram objeto de estudo mais recentemente. Os bioflavonóides, contudo, são conhecidos de longa data. Agem como antioxidantes, combatendo os radicais livres e impedindo o envelhecimento. Ambos fazem parte do mesmo extrato, o EGb 761 — matéria-prima dos comprimidos vendidos em farmácias.
 
O comprimido de ginkgo biloba desencadeia diversas reações que vão desde os pés até os ouvidos. Os vasos sangüíneos se dilatam e o sangue fica menos viscoso (mais "fino", como se diz). Assim, corre mais rápido, com mais facilidade, e alcança melhor os lugares mais distantes do coração. O labirinto, estrutura que pertence ao ouvido, passa a ser mais bem irrigado e oxigenado, o que ajuda a acabar com tonturas e zumbidos. As áreas do cérebro responsáveis pela memória e pelo raciocínio ficam mais despertas. O fluxo mais intenso também acaba com as dores nos braços e nas pernas, comuns na terceira idade. "A ginkgo produz muitos resultados e por isso divide com a erva-de-são-joão o título de planta mais estudada na atualidade", afirma João Batista Calixto, professor de farmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e autoridade brasileira em medicamentos fitoterápicos.
 
Entre todas as benesses creditadas à planta, uma passou a ser questionada recentemente. É a que se refere à contribuição da ginkgo aos pacientes com Alzheimer. "Possivelmente o benefício seja alcançado apenas se a droga for utilizada de forma preventiva, anos antes do início da doença", diz Orestes Forlenza, psiquiatra e pesquisador do Laboratório de Neurociências da Universidade de São Paulo. "Os estudos clínicos da ginkgo para o tratamento de demências não demonstraram vantagens consistentes, possivelmente porque já era tarde demais e o tamanho do efeito era muito pequeno para modificar o curso clínico", explica o pesquisador, que fez uma revisão da literatura médica sobre o assunto.
 
São raros os casos de efeitos colaterais advindos da ingestão de ginkgo, mas não se pode ignorá-los. O remédio possui tarja vermelha e só pode ser vendido com receita médica (a dose máxima recomendada é de 240 mg/dia). Esse cuidado existe porque, ao dilatar os vasos sangüíneos, a ginkgo pode provocar enxaqueca e aumentar a sensibilidade da pele, causando alergias. Esse problema é maior nas cápsulas de pó macerado e nas folhas para chá, vendidas em lojas de produtos naturais. Além de ter a eficiência questionada, elas possuem grandes quantidades de um ácido capaz de irritar a pele. Ao afinar o sangue, a planta também pode causar sangramentos (antes de submeter um paciente a cirurgia, os médicos costumam pedir que cesse a ingestão do comprimido). Na bula do medicamento há ainda advertências com relação a distúrbios gastrointestinas e queda de pressão arterial. "A ginkgo é uma planta segura, mas deve ser usada com cautela", resume o americano Daniel Cramer.
 
FONTE: LINK

 

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Produto: GNC Ginkgo Biloba 60mg (Memoria Saudavel)

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